Toda ela é Poesia.
Toda ela é poesia,
Desde o acordar até ao adormecer.
Desde a chávena de café pousada na mesa,
Até à oração feita cheia de fé.
O seu jeito de ser, de pensar...
Ai, ela é tão delicada na sua forma de andar!
E o coração? Esse é sempre nobre,
Mesmo quando se sente pobre.
Ela olha para a lua no céu,
Enquanto se despe, uma brisa suave
Cobre a sua nudez com um véu.
Com a mão na caneta,
Ela escreve tudo o que a sua alma lamenta.
Escreve sobre amor, sobre o tempo das lembranças,
Sobre o que os olhos veem e a dor que a alma não aguenta.
Mas também escreve sobre crianças,
E sobre novas esperanças.
Toda ela é poesia.
Se não fosse poesia,
Então, o que ela seria?
Nada ela seria,
Toda ela é pura poesia!
Dos pés à cabeça, até ao ar que respira.
Ela tem o toque do género de Midas:
Não vira ouro mas, dele quem é que precisa?
Quando na tua vida tudo se torna
Prosa, leva outra forma de ver a vida.
É uma arte que grita,
Ela não sussurra.
Sua presença se impõe
No meio do escuro.
Não se vê, mas se sente;
Do seu jeito, sempre se faz presente.
Há quem pareça e há quem o seja.
Há quem carregue no peito
A arte que a alma almeja.
Ainda há quem seja luz
Dentro dos escombros ou no meio das estribeiras.
Ela olha a lua e humildemente pede
Que também ela o seja:
Poesia de corpo e alma,
Poesia que vive,
Que não vai embora,
Daquelas que ficam
Para sempre na gaveta das boas memórias.
Ela é poesia,
Mas às vezes finge que não o sabe.
É complicado neste mundo cheio de certezas.
Mas há algo que eu sei...
Ela é poesia!
Um sonho de primavera numa noite de lua cheia.
Ela.
Desde o acordar até ao adormecer.
Desde a chávena de café pousada na mesa,
Até à oração feita cheia de fé.
O seu jeito de ser, de pensar...
Ai, ela é tão delicada na sua forma de andar!
E o coração? Esse é sempre nobre,
Mesmo quando se sente pobre.
Ela olha para a lua no céu,
Enquanto se despe, uma brisa suave
Cobre a sua nudez com um véu.
Com a mão na caneta,
Ela escreve tudo o que a sua alma lamenta.
Escreve sobre amor, sobre o tempo das lembranças,
Sobre o que os olhos veem e a dor que a alma não aguenta.
Mas também escreve sobre crianças,
E sobre novas esperanças.
Toda ela é poesia.
Se não fosse poesia,
Então, o que ela seria?
Nada ela seria,
Toda ela é pura poesia!
Dos pés à cabeça, até ao ar que respira.
Ela tem o toque do género de Midas:
Não vira ouro mas, dele quem é que precisa?
Quando na tua vida tudo se torna
Prosa, leva outra forma de ver a vida.
É uma arte que grita,
Ela não sussurra.
Sua presença se impõe
No meio do escuro.
Não se vê, mas se sente;
Do seu jeito, sempre se faz presente.
Há quem pareça e há quem o seja.
Há quem carregue no peito
A arte que a alma almeja.
Ainda há quem seja luz
Dentro dos escombros ou no meio das estribeiras.
Ela olha a lua e humildemente pede
Que também ela o seja:
Poesia de corpo e alma,
Poesia que vive,
Que não vai embora,
Daquelas que ficam
Para sempre na gaveta das boas memórias.
Ela é poesia,
Mas às vezes finge que não o sabe.
É complicado neste mundo cheio de certezas.
Mas há algo que eu sei...
Ela é poesia!
Um sonho de primavera numa noite de lua cheia.
Ela.