Nos eixos do sentir.
Não quero dar um rótulo ou um nome àquilo que temos.
No fundo, só quero que não acabe, seja lá o que isto for.
Mas o meu querer é pouco; o que tiver de acontecer vai acontecer de um jeito ou de outro, até porque eu não tenho como controlar estas coisas.
Não tenho controlo sobre o que penso ou sinto quando o assunto és tu, quando o assunto somos nós.
O meu querer não é suficiente para controlar as coisas e isso deixa-me frustrada.
Gostava muito que tudo fosse como antes.
Antes era tudo tão leve, tudo era bonito e a minha cozinha cheirava a café todas as manhãs.
Eu amava quando fazias café para mim, mas por mais que eu deseje que esses tempos voltem, não tenho esse poder nas mãos, e isso dói-me muito.
Agora só posso reviver essa história vezes e vezes sem conta na minha cabeça.
Não vou mentir: quando o assunto és tu, o coração aperta-se e a mente fica inquieta.
Tudo o que sai dos eixos deixa-me triste.
Tenho muita coisa na cabeça.
E por mais que tente ser forte, deixo-me sempre levar por aquilo que sinto.
O problema é que eu, às vezes, sinto demais.
Tenho muito receio em deixar gente nova entrar na minha vida.
Quando deixo alguém entrar, fico sempre de pé atrás porque já fui muito ferida pelos outros.
No fim, acabo por me sentir culpada porque, afinal de contas, fui eu que abri a porta.
Com tudo isto, aprendi que as pessoas são livres de ir e vir quando quiserem, mas eu não sei lidar com as partidas. Não estou habituada a que as pessoas queiram ir embora.
Preciso de aprender a lidar com as divisões e a não deixar que isso me cause tanta dor.
As decisões certas também doem, mas têm de doer em mim sempre?
Sei que preciso de ser mais forte mentalmente, mas não consigo; os meus sentimentos não me deixam. Tento ter tudo sob controlo, tento ser sempre melhor, tento resolver os meus problemas e resolver-me comigo mesma.
Tento não demonstrar boa parte do que sinto, mas nem sempre consigo camuflar os meus sentimentos.
Acabo por entregar-me mais uma vez e acabo por magoar-me mais uma vez, exatamente como está a acontecer agora, enquanto escrevo este texto.
No fundo, só quero que não acabe, seja lá o que isto for.
Mas o meu querer é pouco; o que tiver de acontecer vai acontecer de um jeito ou de outro, até porque eu não tenho como controlar estas coisas.
Não tenho controlo sobre o que penso ou sinto quando o assunto és tu, quando o assunto somos nós.
O meu querer não é suficiente para controlar as coisas e isso deixa-me frustrada.
Gostava muito que tudo fosse como antes.
Antes era tudo tão leve, tudo era bonito e a minha cozinha cheirava a café todas as manhãs.
Eu amava quando fazias café para mim, mas por mais que eu deseje que esses tempos voltem, não tenho esse poder nas mãos, e isso dói-me muito.
Agora só posso reviver essa história vezes e vezes sem conta na minha cabeça.
Não vou mentir: quando o assunto és tu, o coração aperta-se e a mente fica inquieta.
Tudo o que sai dos eixos deixa-me triste.
Tenho muita coisa na cabeça.
E por mais que tente ser forte, deixo-me sempre levar por aquilo que sinto.
O problema é que eu, às vezes, sinto demais.
Tenho muito receio em deixar gente nova entrar na minha vida.
Quando deixo alguém entrar, fico sempre de pé atrás porque já fui muito ferida pelos outros.
No fim, acabo por me sentir culpada porque, afinal de contas, fui eu que abri a porta.
Com tudo isto, aprendi que as pessoas são livres de ir e vir quando quiserem, mas eu não sei lidar com as partidas. Não estou habituada a que as pessoas queiram ir embora.
Preciso de aprender a lidar com as divisões e a não deixar que isso me cause tanta dor.
As decisões certas também doem, mas têm de doer em mim sempre?
Sei que preciso de ser mais forte mentalmente, mas não consigo; os meus sentimentos não me deixam. Tento ter tudo sob controlo, tento ser sempre melhor, tento resolver os meus problemas e resolver-me comigo mesma.
Tento não demonstrar boa parte do que sinto, mas nem sempre consigo camuflar os meus sentimentos.
Acabo por entregar-me mais uma vez e acabo por magoar-me mais uma vez, exatamente como está a acontecer agora, enquanto escrevo este texto.