1995 Edition

Afinal, tenho 28 anos, quase 29, e ainda sinto que não vivi o suficiente.

Em breve faço 30 anos…
E, sinceramente, a sensação é exatamente a mesma.
Como se a menina que mora cá dentro ainda estivesse a aprender a viver e a ser mulher.
A tentar perceber quem ela é, o que quer, e onde é que se encaixa.

Os anos passam, o corpo muda, a mente amadurece…
Mas há partes de mim que continuam iguais, confusas, e meio perdidas também.
E talvez esteja tudo bem em sentir-me assim.

Porque crescer também é aceitar que nem sempre vamos ter todas as respostas no momento em que as queremos.
E está tudo bem. 

Até porque ainda tenho muito para ver, viver, aprender…
E muitos sonhos para realizar.

Que a vida comece aos 30.🥂

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